Quais são as Organizações Pró-Eutanásia mais Importantes?


Os ativistas pró-vida não podem pensar que a eutanásia é uma ameaça somente em seus próprios países.  Como mostra o final dessa seção, a Sociedade Hemlock e outras organizações americanas pró-eutanásia, são apenas uma pequena parte de uma enorme rede mundial de grupos anti-vida que trabalham juntos, de forma muito eficiente, para atingir seus objetivos.

Felizmente, os pró-vida também têm uma rede mundial que se opõe aos assassinos, e no Apêndice A há uma relação de alguns dos principais grupos dessa rede.  As Filiais da Human Life International fazem parte dessa rede mundial pró-vida.  No Apêndice D há uma relação das principais Filiais da HLI.

Uma questão a esclarecer:  os ativistas pró-eutanásia sempre fazem objeção a serem chamados de “pró-eutanásia”.  Os ativistas pró-vida experientes já ouviram essa estória antes quando os defensores do aborto faziam objeção ao serem rotulados de “defensores do aborto”.  Mas que outro nome se pode dar a uma pessoa que trabalha tenazmente para a viabilidade da eutanásia e que a declara como um “direito” fundamental, resiste a qualquer limitação a ela, e rotula os que se opõem a essa posição de “fanáticos”?

Mundial. The World Federation of Right to Die Societies (A Federação Mundial das Sociedades do Direito de Morrer) – um grupo guarda-chuva internacional.

Austrália.  A Sociedade da Eutanásia Voluntária (VES - The Voluntary Euthanasia Society), fundada em 1974, 5.000 associados.

Colômbia.  Fundación Pro-Derecho a Morir Dignamente (DMD - Fundação pelo Direito de Morrer Dignamente), fundada 1979, 3.000 associados.

Dinamarca.  Landsforeningen mit Livstestamente (Sociedade do Testamento da Minha Vida), fundada em 1976, 14.000 associados.

França.  (1) Association pour le Droit de Mourir avec Dignité (ADMD - Associação pelo Direito de Morrer com Dignidade), fundada em 1980, 20.000 associados.  A Secretária Geral Madame Paula Caucanas-Pisier cometeu suicídio em 1984.  Ela comentou “tenho certeza que a AIDS nos ajudará.”  (2) Association du Mourir Doucement (Associação pela Morte Doce), 11.700 associados, 65 delegações departamentais, Association pour la Prevention de L’Enfance Handicappée (APEH – Associação para Prevenção das Crianças Defeituosas).  O diretor da APEH é o Senador francês, Henri Caillavet, que declarou:  “Se eu fosse ter um filho retardado, eu não o deixaria viver.  Eu dei a ele vida, portanto também tenho o direito de tirar essa vida.  Temos que legalizar esse procedimento para que os pais não sejam considerados criminosos ao exigirem a eutanásia para seus filhos anormais.”  Caillavet também é presidente da ADMD.

Alemanha.  Deutsche Gesellshaft für Humanes Sterben (DGHS – Sociedade Alemã pela Morte Humanitária), fundada em 1980, 10.000 associados.  Patrocinada pela União Humanista, que realizou uma campanha contra qualquer lei que impedisse atividade terrorista na antiga Alemanha Ocidental.  A DGHS é administrada por advogados que são a favor do terrorismo, inclusive Heinrich Hannover e Heinreich Albertz.  Mais de 1.000 associados da DGHS se suicidaram.  Um associado da DGHS, Dr. Julius Hackthal, conhecido carinhosamente como o “Dr. Cianeto”, matou uma paciente de 69 anos de idade, porque o seu rosto desfigurado, segundo se alegava, dava a ela uma “má qualidade de vida”.  Ele a filmou engolindo o veneno e depois mostrou o filme na conferência da Sociedade Hemlock em 1984.

Grã Bretanha.  The Voluntary Euthanasia Society (A Sociedade da Eutanásia Voluntária). O associado Dr. Glanville Williams, autor do Beneficient Euthanasia (Eutanásia Benéfica), é também Presidente da Abortion Law Reform Association (ALRA – Associação da Reforma da Lei do Aborto), um grupo de lobistas defensores do aborto.

Índia.  The Society for the Right to Die (A Sociedade pelo Direito de Morrer) e a Indian Society for the Right to Die (A Sociedade Indiana pelo Direito de Morrer).

Itália.  Club dell’ Euthanasia (CDE – Clube da Eutanásia), fundado em 1986, 1.600 associados.

Japão.  Japan Society for Dying with Dignity (Sociedade Japonesa para Morte com Dignidade), 5.200 associados.  Fundada como a Japan Euthanasia Society (Sociedade Japonesa da Eutanásia) em 1976 pelo Dr. Tenrei Ota, que foi o principal defensor da “liberdade de escolha no aborto”, e quem desenvolveu o Anel Ota, um dispositivo intrauterino (DIU).

Holanda.  (1) Stichting Vrijwillige Euthanasie (Fundação  Holandesa pela Eutanásia Voluntária), fundada em 1973.  (2) Informatie Centrum Vrijwillige Euthanasie (ICVE – Centro de Informação da Eutanásia Voluntária), fundado em 1973, 26.000 associados.  Pieter Admiraal foi o autor do manual de “como praticar” a eutanásia, Justifiable Euthanasia [A Eutanásia Justificável], enviado à 21.000 médicos e farmacêuticos holandeses.

Espanha.  Associacion Derecho a Morir Dignamente (DMD- Associação do Direito de Morrer Dignamente), fundada em 1984.

Suíça.  (1) Association pour le Droit de Mourir dans la Dignité Exit (DMD – Associação pelo Direito de Morrer com Dignidade), fundada em 1982, 1.000 associados.  (2) Exit Deutsche Schweiz Vereinigung für Humanese Sterben (Grupo Apoiando a Morte Humanitária), fundado em 1982, 1.800 associados.

Estados Unidos.  (1) Concern [Compassion] for Dying (Preocupação [Compaixão] pela Morte) (ex-Conselho Educacional da Eutanásia).  (2) Americans Against Human Suffering (AAHS – Americanos Contra o Sofrimento Humano), fundado com financiamento inicial da Sociedade Hemlock.  (3) Society for the Right to Die (Sociedade pelo Direito de Morrer) (ex-Sociedade Americana da Eutanásia), Presidente Eméritus Joseph Fletcher.  (4) The Hemlock Society (A Sociedade Hemlock), que publica The Hemlock Quarterly.  Incluem entre os contribuintes Joseph Fletcher, Pieter Admiraal, behaviorista humanista, B.F. Skinner, Helge Kuhse, e Rev. William Wendt, que vende caixões para serem usados como mesinhas de centro.  A Sociedade Hemlock foi fundada por Derek Humphry em 1980.  Humphry “assistiu” no suicídio de sua primeira mulher, Jean, e deixou a sua segunda mulher, pressionando-a a se matar, o que ela terminou fazendo. O associado da Hemlock psiquiatra, Allan Pollack, declarou:  “Todos têm o direito de acabar com sua vida – até uma criança.  Se não permitirmos às crianças ou ao incompetente se suicidem, ou que a eutanásia seja administrada a eles, na realidade estamos praticando discriminação de idade e de doença.”  (5) A Human Betterman Foundation (eugenia e eutanásia).  (6) Foundation of Thanatology, fundada em 1968 na cidade de Nova York, para promover estudos Humanísticos de morrer.  (7) The Death Education Research Group (DERG – O Grupo de Pesquisa para a Educação da Morte), fundado em 1973 na Escola de Educação da Universidade de Massachusetts.  Um dos seus principais objetivos é o de preparar um currículo de colegial da educação para a morte.  Os seus periódicos nacionais sobre suicidologia incluem Death Education (Educação da Morte); The Bulletin of Suicidology [Boletim da Suicidologia]; Death Studies [Estudos sobre a Morte]; e Omega – Journal of Death and Dying [Ômega – Jornal sobre a Morte e Morrer].  (8) Euthanasia Research and Guidance Organization (ERGO – Organização de Pesquisa e Orientação sobre a Eutanásia).  Mantém o Diretório Mundial da Eutanásia, um dos sites mais abrangentes do World Wide Web sobre a eutanásia, uma fonte excelente de informações no  HYPERLINK http://www.efn.org/~ergo http://www.efn.org/~ergo.  (9) Um outro site amplo da Web é o DeathNet no  HYPERLINK hhttp://www.islandnet.com/deathnet/.

Outros Países.  Pequenas organizações pró-eutanásia mas que estão crescendo são encontradas em mais de 20 outros países, incluindo Áustria, Bélgica, Canadá, Nova Zelândia, Noruega, Escócia e África do Sul.

(Do livro “OS FATOS DA VIDA”, de Brian Clowes, PhD - Tradução da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família, Capítulo V)